Quando a bola rolar para Brasil e Marrocos na estreia das seleções na Copa do Mundo de 2026 – no sábado (13/06) às 19h (horário de Brasília) -, haverá uma torcida que terá um desafio diferente: escolher para quem vibrar. De um lado estará o país que concentra a maior comunidade de passageiros da Royal Air Maroc (RAM) fora da África. Do outro, a nação que abriga a companhia e transformou Casablanca em uma das principais portas de entrada para viajantes que circulam entre quatro continentes. Para a empresa, o confronto reúne uma paixão nacional de mão dupla, conectada diariamente por uma rota aérea de cerca de nove horas.
O encontro também coloca frente a frente duas seleções que chegam cercadas de expectativas. O Brasil busca ampliar sua tradição no torneio, enquanto o Marrocos chega embalado pelo crescimento do futebol do país nos últimos anos e por uma sequência recente de resultados que consolidou sua posição entre as forças emergentes do cenário internacional.
Para a Royal Air Maroc, porém, o placar é dos dois. A companhia observa crescer, ano após ano, o fluxo de brasileiros interessados em conhecer o Marrocos e de marroquinos que visitam o Brasil, seja a turismo, negócios ou para reencontrar familiares e amigos.
Durante a Copa, esse intercâmbio ganha uma camada extra de significado ao aproximar dois países que compartilham uma característica: a capacidade de transformar futebol em identidade cultural.
Curiosamente, a mesma família de aeronaves Boeing 787-9 Dreamliner, que conecta Brasil e Marrocos, também é utilizada pela companhia para transportar a seleção marroquina na Copa do Mundo.
“Se o futebol é uma linguagem universal, Brasil e Marrocos certamente falam alguns dos seus dialetos mais apaixonados. Temos orgulho de conectar esses dois mercados e de acompanhar um jogo que, independentemente do resultado, celebra a aproximação entre povos, culturas e histórias”, afirma Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc para a América do Sul.
O Marrocos será um dos anfitriões da Copa do Mundo de 2030, ao lado de Portugal e Espanha, e acelera investimentos em estádios, mobilidade e infraestrutura – um ciclo que combina esporte, economia e visibilidade internacional.
Com voos diretos entre São Paulo e Casablanca, operados pela Royal Air Maroc, o Marrocos entrou fortemente no radar de quem busca viagens internacionais a partir do Brasil – até porque o país é “ponte” para a Europa. A partir de Casablanca, passageiros brasileiros podem se conectar a cerca de 100 destinos distribuídos por 46 países na África, Europa, Ásia e América do Norte por meio da malha internacional da companhia.
No fim das contas, há torcedores que sairão felizes e outros nem tanto. Já a Royal Air Maroc tem a vantagem de poder comemorar qualquer resultado. Afinal, quando Brasil e Marrocos entram em campo, a companhia já está presente dos dois lados da arquibancada.
“Somos dois países que vivem o futebol intensamente e nossos torcedores são muito maduros. Então, se a vitória for do Brasil, nós vamos apreciar, e se for do Marrocos, compartilharemos o mesmo sentimento. Afinal, o espetáculo deve continuar, independentemente de quem vencer. Esse é o espírito do futebol, que vai além de simplesmente torcer para um time”, conclui Baba.

SOBRE A ROYAL AIR MAROC
A Royal Air Maroc (RAM), fundada em 1957, é a companhia aérea nacional do Marrocos, referência no continente africano e integrante da aliança Oneworld. A partir do Aeroporto Internacional Mohammed V, em Casablanca – onde opera em terminal exclusivo -, conecta África, Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul, com voos para 100 destinos em 46 países.
A companhia vive uma fase de expansão que prevê sua transformação de empresa aérea regional em transcontinental. O ambicioso plano estratégico 2023-2037 prevê o aumento da frota para 200 aeronaves, com meta de transportar 32 milhões de passageiros por ano até o fim do período, frente aos 7,5 milhões alcançados em 2024. O compromisso com o futuro sustentável também é prioridade: em 2025, a companhia realizou seu primeiro voo utilizando combustível de aviação sustentável (SAF).
Desde dezembro de 2024, a Royal Air Maroc retomou os voos diretos entre São Paulo e Casablanca. A rota conta com quatro voos semanais, operados pelo moderno Boeing 787-9 Dreamliner.
Em um momento de forte expansão do turismo e da conectividade do país, o Marrocos será sede da Copa Africana de Nações e coanfitrião da Copa do Mundo de 2030, ao lado de Portugal e Espanha. Nesse cenário, a Royal Air Maroc consolida seu papel como plataforma de mobilidade internacional, integrando turismo, negócios e logística.



