As mudanças climáticas deixaram de ser uma preocupação distante para fazer parte da rotina dos brasileiros. Mesmo durante o período de estiagem, o país tem registrado eventos extremos com maior frequência e intensidade, como tempestades severas, vendavais, granizo, enchentes repentinas e incêndios de grandes proporções. Em Minas Gerais, os impactos desses fenômenos têm provocado prejuízos a residências, empresas, propriedades rurais e veículos, tornando cada vez mais importante a revisão da cobertura dos seguros.
Embora muitas pessoas associem os riscos climáticos apenas ao período chuvoso, a seca também favorece a ocorrência de incêndios florestais, piora a qualidade do ar e aumenta os danos causados por ventos fortes e mudanças bruscas de temperatura. Somado a isso, tempestades intensas e concentradas têm ocorrido em diferentes épocas do ano, surpreendendo moradores e empresários que nem sempre possuem proteção adequada.
Diante desse cenário, especialistas alertam que revisar periodicamente as apólices é uma medida essencial para garantir que os seguros acompanhem a realidade dos riscos atuais. Coberturas contratadas há alguns anos podem não contemplar todas as necessidades do segurado, especialmente diante do aumento da frequência de eventos climáticos extremos.
Segundo Gustavo Bentes, presidente do Sincor-MG, a prevenção começa com a informação e com a contratação de uma proteção compatível com o patrimônio de cada pessoa ou empresa. “As mudanças climáticas transformaram os eventos extremos em uma realidade cada vez mais presente. Hoje, revisar o seguro deixou de ser apenas uma recomendação e passou a ser uma medida de gestão de riscos. O corretor de seguros tem papel fundamental nesse processo, orientando o cliente sobre as coberturas mais adequadas para proteger seu patrimônio diante desse novo cenário climático”, afirma.
Além de proteger financeiramente o segurado, o seguro também contribui para a continuidade das atividades de empresas e produtores rurais após um desastre. Dependendo da cobertura contratada, é possível minimizar impactos decorrentes de danos estruturais, interrupção das operações, perdas de equipamentos, veículos e outros prejuízos que poderiam comprometer a recuperação financeira.
Para Gustavo, o aumento da ocorrência de fenômenos climáticos reforça a importância da cultura da prevenção. Contar com a orientação de um corretor de seguros permite avaliar riscos, identificar eventuais lacunas nas coberturas e garantir que a proteção acompanhe as mudanças enfrentadas pela sociedade e pelo meio ambiente.


