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Mercado imobiliário atrai profissionais de diferentes áreas e amplia a diversidade na corretagem – MRV está com 20 vagas na área 

Uma conversa durante uma corrida de aplicativo levou Jennifer Sousa, de 37 anos, de Belo Horizonte, a mudar de carreira e ingressar no mercado imobiliário. A trajetória da ex-motorista ilustra um movimento que acompanha a expansão do setor: a corretagem tem atraído profissionais com experiências em áreas como transporte, comércio, serviços e setor financeiro, que levam para a atividade competências desenvolvidas ao longo de suas trajetórias. 

Para a MRV, esse movimento acompanha a evolução da corretagem, que passou a demandar um conjunto mais amplo de competências e um atendimento cada vez mais consultivo. Atualmente, a companhia está com 20 vagas abertas para atuação na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

“A corretagem evoluiu significativamente nos últimos anos. Hoje, além do conhecimento sobre o mercado imobiliário, a atividade exige capacidade de relacionamento, negociação e compreensão das necessidades dos clientes. Pessoas que atuaram em outras áreas chegam trazendo repertórios importantes, que enriquecem o atendimento e ajudam a compreender diferentes perfis de consumidores”, afirma Thiago Ely, vice-presidente Comercial e de Marketing da MRV. 

Os dados do setor reforçam essa percepção. Segundo levantamento do COFECI em parceria com a DataZAP, apresentado durante o Conecta Imobi 2025, o Brasil reúne mais de 650 mil corretores de imóveis, número que cresceu cerca de 195% nos últimos 15 anos, tornando o país o segundo maior mercado de corretagem do mundo. 

O levantamento também mostra uma categoria cada vez mais qualificada. Atualmente, 62% dos corretores possuem ensino superior, percentual acima da média nacional. Além disso, 96% afirmam sentir orgulho da profissão e 60% dizem estar muito satisfeitos com a carreira. 

Da mudança de carreira ao mercado imobiliário

Mãe solo, Jennifer Sousa trabalhou por cerca de seis anos como motorista de aplicativo. Em busca de melhores perspectivas de renda, após conhecer um corretor da MRV durante uma corrida, ela passou por cursos para obtenção do registro profissional e decidiu participar de um processo de credenciamento de corretores autônomo da MRV. 

“Passei cerca de 50 dias sem vender nenhum imóvel, mas continuei persistindo. Quando as primeiras vendas aconteceram, percebi que tinha feito a escolha certa. Consegui trocar de carro, comprar um lote e oferecer uma qualidade de vida melhor para os meus filhos. Foi uma mudança importante na minha vida”. 

Para Thiago Ely, a chegada de profissionais com diferentes experiências amplia a diversidade da corretagem e fortalece a qualidade da relação com os clientes. 

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