Notícia

Orquestra 415 de Música Antiga leva aos palcos o espetáculo cênico-musical Mozart Anônimo

Nos dias 10, 11 e 12 de setembro, quinta, sexta e sábado, às 20 horas, no Teatro da Biblioteca, Praça da Liberdade nº 21, a Orquestra 415 de Música Antiga e a Cia 415 de Teatro levam aos palcos o espetáculo Mozart Anônimo, em comemoração aos 270 anos do compositor vienense.

O espetáculo foi escrito pelo dramaturgo, escritor, jornalista e músico André Salles-Coelho especialmente para a temporada de concertos da Orquestra 415. A peça é uma divertida e inusitada ficção sobre os problemas de Mozart com um grande inimigo seu: o Arcebispo Hieronymus von Colloredo. Em cena os atores Gustavo Marquezini, Ivana Andrés, Luciano Luppi, Marco Túlio Zerlotini e a participação especial do jovem virtuose Dionísio Drummond.

Para celebrar esse evento, um café será montado uma hora antes do concerto, onde o público poderá degustar cafés especiais e vários produtos derivados do café.

“Nessa peça eu pretendi sair um pouco de uma biografia factual e viajar um pouco nesse encontro de Mozart com Colloredo, usando como pano de fundo os fatos acontecidos, mas criando também uma dramaturgia nova e divertida para a ocasião”, nos conta André Salles-Coelho.

Entre uma cena e outra a orquestra executa ao vivo peças especialmente selecionadas do compositor vienense.

“Mozart completa esse ano 270 anos de nascimento e a gente não poderia deixar passar em branco uma data comemorativa de um compositor tão importante e querido do público.” Diz Salles-Coelho

O texto, a direção geral e a regência ficam à cargo do maestro e diretor artístico da companhia, André Salles-Coelho.

O Teatro da Biblioteca fica na Biblioteca Pública Estadual, Praça da Liberdade, nº 21. Os ingressos custam R$ 80,00 inteira e R$ 40,00 meia a preços promocionais até o dia 01 de setembro e já estão à venda pelo site www.luanovacultural.com/ingressos

A Orquestra 415 de Música Barroca é hoje a única orquestra independente do Brasil, especializada em música barroca com instrumentos de época (cópias fieis de instrumentos originais do período) a realizar concertos regulares, com repertórios variados.

“Os desafios de levar uma temporada assim são imensos, já que uma orquestra tem muitas demandas e, no nosso caso, são maiores ainda, pois tudo, instrumentos, partituras, interpretação, formação da orquestra, é tudo muito particular, especial, artesanal, o que exige muito investimento. Tudo é muito trabalhoso, mas muito gratificante, pois conseguimos levar ao público as peças da maneira como os compositores imaginaram”, afirma Salles-Coelho.

Deixe um comentário