A contagem regressiva para a maior festa popular brasileira está chegando ao fim e, mais uma vez, o Quando Come Se Lambuza chega às ruas para fazer um Carnaval de energia única.
O bloco Quando Come Se Lambuza desfila no sábado, 14 de fevereiro, na Avenida Afonso Pena, e é hoje um dos principais nomes da folia belo-horizontina, arrastando milhares de foliões pela avenida.
Mais do que um bloco, o QCSL é movimento, história e encontro. Um espaço onde se acredita que o Carnaval, em toda a sua pluralidade, é capaz de unir diferentes tribos, transformar diferenças e celebrar identidades. O lema do bloco nunca sai de moda: ser jovem não tem a ver com idade, tem a ver com atitude.
Nas últimas edições, o bloco levou às ruas milhares de foliões, com dois mega trios, homenagens marcantes e desfiles que entraram para a história como alguns dos maiores e mais bonitos do Carnaval de Belo Horizonte.
Com um repertório totalmente brasileiro — que vai dos hits atuais aos grandes clássicos retrôs — o Quando Come Se Lambuza reúne 200 ritmistas, incluindo pessoas com deficiência (PCDs), uma ala de dança e cheerleading com 35 integrantes, além de uma banda formada por músicos profissionais, comandada por Gaby e Fernanda.
Ao todo, são mais de 400 pessoas envolvidas entre artistas, celebridades, influenciadores, bateria, dança, produção e equipe técnica, todas dedicadas a entregar o melhor Carnaval que a cidade merece.
História
O Quando Come Se Lambuza surgiu em 2014, a partir da comemoração de aniversário de seu mestre e fundador, André Melado. Dali nasceu a ideia de resgatar a “juventude” do Carnaval de Belo Horizonte — não ligada à idade, mas à atitude, ao comportamento e à forma de ocupar a cidade.
Misturando diferentes estilos musicais, o bloco que começou como um encontro entre amigos no pré-Carnaval rapidamente cresceu e se transformou em um dos maiores blocos da capital, atraindo públicos diversos.
Em 2016, ainda no pré-Carnaval, mais de 10 mil foliões acompanharam o bloco. Já em 2017, na Avenida Afonso Pena, o desfile reuniu mais de 70 mil pessoas.
Nos anos de 2018 e 2019, o crescimento continuou e veio também a gravação do repertório autoral. Em 2020, mais de 300 mil foliões lotaram a Praça Sete em um desfile histórico, consolidando o Quando Come Se Lambuza como um dos principais blocos do país.
Nos anos seguintes, o bloco realizou homenagens marcantes, incluindo um tributo à cantora Marília Mendonça e, no ano seguinte, uma homenagem a artistas mulheres, com repertório 100% composto ou interpretado por vozes femininas. O público seguiu crescendo e mais de 500 mil foliões passaram a acompanhar o desfile, se lambuzando com a energia do Quando Come.
Em 2026, o Quando Come Se Lambuza promete seguir fazendo história, entregando mais um desfile marcante, repleto de brilho, alegria e da potência que um dos maiores Carnavais do país é capaz de oferecer.



