Ingressar em uma universidade pública no Brasil tornou-se um desafio cada vez maior para estudantes do ensino médio. A alta concorrência em cursos tradicionais e o rigor dos processos seletivos fazem com que a preparação para essas provas exija não apenas domínio de conteúdo, mas também constância nos estudos, organização e equilíbrio emocional.
No Colégio Marista Diocesano, em Uberaba (MG), os resultados recentes refletem esse cenário. Estudantes da instituição conquistaram posições em cursos de alta concorrência em universidades públicas federais, reconhecidas pelo nível de exigência e pela intensa disputa por vagas.
Entre os destaques estão os aprovados para Medicina na Universidade de São Paulo (USP), além de vagas nas universidades federais de Jataí (UFJ) e Uberlândia (UFU) , e em outras instituições públicas e privadas. Os estudantes também garantiram colocações em cursos como Direito, Odontologia, Engenharia da Computação, Medicina Veterinária, Artes Visuais e Zootecnia.
Para a direção do colégio, os resultados refletem um processo de preparação construído ao longo dos anos finais da educação básica. Simulados periódicos, acompanhamento pedagógico e orientação voltada ao projeto de vida fazem parte das estratégias adotadas para apoiar os estudantes nesse período decisivo.
“Os processos seletivos para universidades federais exigem alto nível de dedicação. Mais do que estudar para uma prova, os estudantes precisam desenvolver disciplina, planejamento e confiança no próprio processo de aprendizagem”, destaca Abimael de Souza, coordenador pedagógico do Núcleo de Apoio Pedagógico IV do Colégio Marista Diocesano.
Para Jaqueline Silva Alves dos Santos, aprovada em Artes Visuais pela USP e UFU, a conquista foi resultado de uma rotina de estudos consistente ao longo do último ano do ensino médio. “Eu sempre gostei muito de estudar e no último ano mantive uma rotina diária, conciliando as aulas da escola com o dia a dia de estudos. Não foi nada muito extremo, apenas mantive constância”, conta.
A estudante também destaca o papel dos professores no incentivo ao longo da trajetória escolar e dá conselhos para quem almeja aprovações em grandes universidades. “O Marista sempre teve professores que me incentivaram muito a sonhar mais alto. A USP não era minha primeira opção, porque eu achava que não ia dar certo, mas eles sempre me aconselharam a tentar. Por isso, eu aconselho a começar estudar cedo e revisar um pouco todos os dias. Não é sobre estudar muitas horas, mas focar no essencial e manter equilíbrio”, conclui.
Foto: Estudante foi aprovada na USP e UFU – Divulgação Colégio Marista Diocesano



