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Unimed‑BH reforça atendimento diante do aumento de casos respiratórios 

Com a chegada do outono e do inverno, cresce a circulação de vírus respiratórios e, consequentemente, a procura por serviços de saúde. Assim como nos últimos anos, esse período é marcado pela chamada sazonalidade respiratória, que impacta especialmente crianças e idosos. Nas últimas semanas, Belo Horizonte e Contagem decretaram emergência em razão do aumento dos casos de doenças respiratórias. Dados recentes do Ministério da Saúde, indicam alerta para crescimento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 17 estados brasileiros, incluindo Minas Gerais. 

A Unimed-BH monitora o cenário semanalmente e, entre os dias 19 e 25 de abril, os Prontos Atendimentos registraram um aumento no número de atendimentos em relação à semana anterior, com maior impacto entre pessoas com mais de 60 anos. A cooperativa também prevê um crescimento das internações nessa faixa etária nas próximas semanas.

Para garantir a assistência aos seus clientes, a cooperativa adotou medidas para ampliar a capacidade de atendimento, como a abertura de novos leitos de internação no Hospital Unimed – Unidade Betim, o reforço das equipes assistenciais e do corpo clínico, além da ampliação de espaços nos Pronto Atendimentos do Hospital Unimed – Unidade Betim e do Hospital Infantil São Camilo Unimed. 

Além das ações assistenciais, a Unimed‑BH reforça a importância da prevenção durante o período de maior circulação de vírus respiratórios. Entre as principais orientações à população estão: 

  • Manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe (influenza), conforme recomendação das autoridades de saúde; 
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados, priorizando locais bem ventilados; 
  • Realizar a higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel; 
  • Utilizar máscaras, quando houver sintomas respiratórios ou em ambientes com grande concentração de pessoas, conforme orientação médica; 
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes; 
  • Ficar atento aos primeiros sinais de agravamento, como febre persistente, dificuldade para respirar ou cansaço excessivo, buscando atendimento médico quando necessário; 
  • Manter os ambientes arejados e bem ventilados; 
  • Evitar que crianças com sintomas respiratórios frequentem a escola. 

Essas medidas contribuem para reduzir a transmissão das doenças respiratórias e ajudam a evitar quadros mais graves e internações, protegendo especialmente os grupos mais vulneráveis.

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